CLANDESTINIDADE

Corria o ano 93 do século passado!
Como era bom ser clandestino!Hoje chamam-lhe "lombada" ,"muro branco", para mim era só o sitio onde eu ia poder fazer aquilo que até então nunca tinha feito.
Correr contra o relógio.
Se a memória não me atraiçoa,lembro-me do
Vitor freitas,em duas rodas,do Mestre Pedro,do Miguel Ornelas,do João da Côrte.
E sabem porquê não há mais nomes nos quads? Simples...Não havia mais quads na MADEIRA.
Na parte que me cabe,foi um misto de alegria e alguma frustração
ALEGRIA, porque foi sentir pela primeira vez, "aquela coisa", que muito dificilmente se pode descrever..Foi o meu "canabis".
Neste caso, o segundo,porque eu já conhecia o outro.
Em relação á frustração, foi mínima,mas foi!
É que o João da Côrte numa BANSHE "deu-me nada mais nada menos do que a módica quantia de 1 minuto (redondo).
Esse foi o primeiro e o último!!!
Um dia,conto como que lhe dei quase 1 hora (redonda) num TRANSMADEIRA.

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